A tarde no mar
Certa tarde, diante do mar,
observando as estrelas que não pôde mirar,
havia algo escondido na retina do menino
que ao brincar explicitava
a essência de uma alma
que por esta existência
escolheu planeta Terra
como morada.
Elaine Siderlí.
Palavras soltas ao vento se captadas com discernimento, tornam a vida uma constante brisa...
quinta-feira, 5 de março de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
Como duas crianças empurradas pelo vento...
Deixo a cidade
e vou ao encontro das árvores,
dos pássaros,
das flores,
do sol,
das águas,
dos peixes,
da brisa,
das manhãs,
das noites,
das estrelas...
Vou contigo,
e cantamos
como dois pássaros leves...
Como duas crianças
empurradas pelo vento,
livres,
incomodamos
as estátuas!
Amantes da vida,
fingimos que não vemos a inveja
que pela vida mostram
os que têm cimento
sobre a pele,
sobre os olhos
espantados,
apavorados,
com saudades da infância
e dos sonhos sepultados!...
Eduardo Aleixo
(poeta português, possui um blog compartilhado com Rita Aleixo, onde sonhos e pensamentos tornam-se poesias a luz e ao vento)
Blog À Beira de Água http://ealeixo.blogspot.com/
Deixo a cidade
e vou ao encontro das árvores,
dos pássaros,
das flores,
do sol,
das águas,
dos peixes,
da brisa,
das manhãs,
das noites,
das estrelas...
Vou contigo,
e cantamos
como dois pássaros leves...
Como duas crianças
empurradas pelo vento,
livres,
incomodamos
as estátuas!
Amantes da vida,
fingimos que não vemos a inveja
que pela vida mostram
os que têm cimento
sobre a pele,
sobre os olhos
espantados,
apavorados,
com saudades da infância
e dos sonhos sepultados!...
Eduardo Aleixo
(poeta português, possui um blog compartilhado com Rita Aleixo, onde sonhos e pensamentos tornam-se poesias a luz e ao vento)
Blog À Beira de Água http://ealeixo.blogspot.com/
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
acontecência de incêndios interiores
hoje sou a gargalhada
solta no meio do templo
o fogo que arde
no espírito da tarde
espanto que não se pronuncia
nas vagas indizíveis da noite
óleo misturado ao suor
nas pernas de uma frase arrombada
eu sou um jeito de sentir inesperado
uma acontecência de incêndios interiores
fernando cisco zappa.
(poeta, como ele mesmo diz "ferreiro das palavras"
possuí um blog muito interessante e diversificado)
http://ciscozappa.blogspot.com/
hoje sou a gargalhada
solta no meio do templo
o fogo que arde
no espírito da tarde
espanto que não se pronuncia
nas vagas indizíveis da noite
óleo misturado ao suor
nas pernas de uma frase arrombada
eu sou um jeito de sentir inesperado
uma acontecência de incêndios interiores
fernando cisco zappa.
(poeta, como ele mesmo diz "ferreiro das palavras"
possuí um blog muito interessante e diversificado)
http://ciscozappa.blogspot.com/
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Lucidez
A Admiração...
Evaporou-se.
A Idealização...
Espatifou-se.
O Olhar não mais Paira.
A Voz não mais Embarga.
O véu caiu.
As Lágrimas ainda Rolam,
porém com a Finalidade
Agora, de Preservação, não mais Destruição.
E o Dançarino do Universo,lá longe,Distante
Chama
para mais uma Dança,
com Nova Melodia
Nova Coreografia.
E pede Apenas Sintonia!
Elaine Siderlí.
Evaporou-se.
A Idealização...
Espatifou-se.
O Olhar não mais Paira.
A Voz não mais Embarga.
O véu caiu.
As Lágrimas ainda Rolam,
porém com a Finalidade
Agora, de Preservação, não mais Destruição.
E o Dançarino do Universo,lá longe,Distante
Chama
para mais uma Dança,
com Nova Melodia
Nova Coreografia.
E pede Apenas Sintonia!
Elaine Siderlí.
É possível, sim?!
Tenho mil motivos para te odiar e
mil e hum para te amar!
Após a chuva forte,após o chocolate quente,
Posso enxergar que o acaso é um descaso do destino.
Te vejo com aquele sorriso intrigante de homem-menino e
descubro mil maneiras de não ir embora,
mil e huma maneiras de trazer-te aqui pra fora,
e enxergar claramente como uma mente em desequilíbrio é doente.
Muito além do coração e da razão, ouço alguém dizer:
"É possível, sim, mandar no coração"
Peço que esta frase me soe como verdade.
Percebo que o amar é
se expor, se entregar,
confiar.
Quem ama se entrega...
corpo-alma-mente!
Choro,quando o sol se põe,porque sinto
que o acaso indecente,trará a aurora
Acordo!E agora com motivo suficiente
para ir embora!
É possível, sim!
Mandar no coração?
Elaine Siderlí.
mil e hum para te amar!
Após a chuva forte,após o chocolate quente,
Posso enxergar que o acaso é um descaso do destino.
Te vejo com aquele sorriso intrigante de homem-menino e
descubro mil maneiras de não ir embora,
mil e huma maneiras de trazer-te aqui pra fora,
e enxergar claramente como uma mente em desequilíbrio é doente.
Muito além do coração e da razão, ouço alguém dizer:
"É possível, sim, mandar no coração"
Peço que esta frase me soe como verdade.
Percebo que o amar é
se expor, se entregar,
confiar.
Quem ama se entrega...
corpo-alma-mente!
Choro,quando o sol se põe,porque sinto
que o acaso indecente,trará a aurora
Acordo!E agora com motivo suficiente
para ir embora!
É possível, sim!
Mandar no coração?
Elaine Siderlí.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Tarde chuvosa
A tarde chuvosa me faz recordar da melodia (melosa) que você entoava
quando em seu colo eu me ajeitava e você desarrumava meus cabelos louros
e meu olhar procurava aprovação em suas mãos.
Me recordo também de vê-la sempre forte e guerreira,
zelosa com sua cria,
não permitindo que ser algum maltratasse.
Vejo ainda pela vidraça no reflexo seu sorriso tímido no lugar das lágrimas,
quando você me viu sair de casa em busca de fazer a vida melhor,
seu sorriso sim, pois a você jamais foi permitido por si ou pelo alto
uma lágrima sequer derramar.
Me recordo do seu pulso firme, da sua gentileza,
mas nunca da sua docilidade ou da sua amizade.
Você sempre fez o que julgou certo para minha educação.
És mulher guerreira esse é meu refrão,
sinto saudades da sua mão (a me bater que seja)
sinto saudades do seu olhar de reprovação(quando coloquei minha primeira mini-saia)
Sinto sua falta em vão,
pois afinal dizem que sou um pedacinho de você
e te trago aqui bem dentro do meu coração!
Elaine Siderlí.
quando em seu colo eu me ajeitava e você desarrumava meus cabelos louros
e meu olhar procurava aprovação em suas mãos.
Me recordo também de vê-la sempre forte e guerreira,
zelosa com sua cria,
não permitindo que ser algum maltratasse.
Vejo ainda pela vidraça no reflexo seu sorriso tímido no lugar das lágrimas,
quando você me viu sair de casa em busca de fazer a vida melhor,
seu sorriso sim, pois a você jamais foi permitido por si ou pelo alto
uma lágrima sequer derramar.
Me recordo do seu pulso firme, da sua gentileza,
mas nunca da sua docilidade ou da sua amizade.
Você sempre fez o que julgou certo para minha educação.
És mulher guerreira esse é meu refrão,
sinto saudades da sua mão (a me bater que seja)
sinto saudades do seu olhar de reprovação(quando coloquei minha primeira mini-saia)
Sinto sua falta em vão,
pois afinal dizem que sou um pedacinho de você
e te trago aqui bem dentro do meu coração!
Elaine Siderlí.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Consciência
Em um tempo esquecido
(perdido) inexistente,
Dorme a Luz
que aconchega a alma,
apazigua a mente,
harmoniza o coração.
Dorme cá e acolá a luz da consciência.
Elaine Siderlí.
(perdido) inexistente,
Dorme a Luz
que aconchega a alma,
apazigua a mente,
harmoniza o coração.
Dorme cá e acolá a luz da consciência.
Elaine Siderlí.
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