sábado, 3 de janeiro de 2009

I apenas I

Onde tudo era eu,
me perdi,
te invadi,
e descobri,
a doce lágrima em que caí
ao te ver
parti,
sucumbi.


Elaine Siderlí.

2 comentários:

Mirse disse...

Nossa, amiga querida! Me emocionei, visse?
Levante, ninguém abaixo do sol que nos ilumina merece a doce lágrima que insiste em brilhar no poema.
Enfrente! Você é majestosa!
Parabéns pelo poema!
Beijos
Mirze

Elaine Siderlí-Alendaluz disse...

Mirze...rs
Sim avante e sempre a diante
a personagem do poema não é muito sábia
mas é emoção e foi isso que deseji passar aqui.
Fico feliz de causar algo a quem lê ainda mais sendo esse alguem você!!!
Obrigada!

beijos.


Elaine Siderlí.