Palavras soltas ao vento se captadas com discernimento, tornam a vida uma constante brisa...
terça-feira, 5 de maio de 2009
Somos Como a Água
Somos como a água,
que precisa de vários estágios
para se apresentar(aprender).
No físico somos densidade do gelo,
que pode ser esculpido,moldado,
deixado ao relento,
protegido com refrigeração
(e o que refrigera a alma?).
No astral somos a fluidez
da água liquida,
que viaja por onde deseja, por vezes
se mistura a terra formando lama, em outras
é fonte de vida e de partida.
Em essência somos sutil como vapor d'água,
que passa pelo estágio,
aquecimento(sofrimento)
com a certeza que sua expansão,resultará
em retorno para casa.
Somos como a Água.
Elaine Siderlí.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Outono
Era tarde, muito tarde,para que algo fosse
delatado
naquele breve instante
(o instante que antecede o intervalo do pulsar de um coração).
Foi a primeira vez que em teu olhar,
pousou
o outono do fim dos dias
(dias que poderiam ser os teus, os meus, dias outonais).
Elaine Siderlí.
sábado, 11 de abril de 2009
Renovar
A cada abrir dos olhos
olhar e sentir,
O ar (prana) invadindo o Ser.
O simples deixar fluir.
Compreender a parte integrante
da grande engrenagem que é viver.
Renovar é o constante exercício do evoluir.
Avante.
Luz penetrante.
Elaine Siderlí.
olhar e sentir,
O ar (prana) invadindo o Ser.
O simples deixar fluir.
Compreender a parte integrante
da grande engrenagem que é viver.
Renovar é o constante exercício do evoluir.
Avante.
Luz penetrante.
Elaine Siderlí.
quinta-feira, 5 de março de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
Como duas crianças empurradas pelo vento...
Deixo a cidade
e vou ao encontro das árvores,
dos pássaros,
das flores,
do sol,
das águas,
dos peixes,
da brisa,
das manhãs,
das noites,
das estrelas...
Vou contigo,
e cantamos
como dois pássaros leves...
Como duas crianças
empurradas pelo vento,
livres,
incomodamos
as estátuas!
Amantes da vida,
fingimos que não vemos a inveja
que pela vida mostram
os que têm cimento
sobre a pele,
sobre os olhos
espantados,
apavorados,
com saudades da infância
e dos sonhos sepultados!...
Eduardo Aleixo
(poeta português, possui um blog compartilhado com Rita Aleixo, onde sonhos e pensamentos tornam-se poesias a luz e ao vento)
Blog À Beira de Água http://ealeixo.blogspot.com/
Deixo a cidade
e vou ao encontro das árvores,
dos pássaros,
das flores,
do sol,
das águas,
dos peixes,
da brisa,
das manhãs,
das noites,
das estrelas...
Vou contigo,
e cantamos
como dois pássaros leves...
Como duas crianças
empurradas pelo vento,
livres,
incomodamos
as estátuas!
Amantes da vida,
fingimos que não vemos a inveja
que pela vida mostram
os que têm cimento
sobre a pele,
sobre os olhos
espantados,
apavorados,
com saudades da infância
e dos sonhos sepultados!...
Eduardo Aleixo
(poeta português, possui um blog compartilhado com Rita Aleixo, onde sonhos e pensamentos tornam-se poesias a luz e ao vento)
Blog À Beira de Água http://ealeixo.blogspot.com/
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
acontecência de incêndios interiores
hoje sou a gargalhada
solta no meio do templo
o fogo que arde
no espírito da tarde
espanto que não se pronuncia
nas vagas indizíveis da noite
óleo misturado ao suor
nas pernas de uma frase arrombada
eu sou um jeito de sentir inesperado
uma acontecência de incêndios interiores
fernando cisco zappa.
(poeta, como ele mesmo diz "ferreiro das palavras"
possuí um blog muito interessante e diversificado)
http://ciscozappa.blogspot.com/
hoje sou a gargalhada
solta no meio do templo
o fogo que arde
no espírito da tarde
espanto que não se pronuncia
nas vagas indizíveis da noite
óleo misturado ao suor
nas pernas de uma frase arrombada
eu sou um jeito de sentir inesperado
uma acontecência de incêndios interiores
fernando cisco zappa.
(poeta, como ele mesmo diz "ferreiro das palavras"
possuí um blog muito interessante e diversificado)
http://ciscozappa.blogspot.com/
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Lucidez
A Admiração...
Evaporou-se.
A Idealização...
Espatifou-se.
O Olhar não mais Paira.
A Voz não mais Embarga.
O véu caiu.
As Lágrimas ainda Rolam,
porém com a Finalidade
Agora, de Preservação, não mais Destruição.
E o Dançarino do Universo,lá longe,Distante
Chama
para mais uma Dança,
com Nova Melodia
Nova Coreografia.
E pede Apenas Sintonia!
Elaine Siderlí.
Evaporou-se.
A Idealização...
Espatifou-se.
O Olhar não mais Paira.
A Voz não mais Embarga.
O véu caiu.
As Lágrimas ainda Rolam,
porém com a Finalidade
Agora, de Preservação, não mais Destruição.
E o Dançarino do Universo,lá longe,Distante
Chama
para mais uma Dança,
com Nova Melodia
Nova Coreografia.
E pede Apenas Sintonia!
Elaine Siderlí.
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